Há quem olhe a fotografia
como quem deseja ver
turvos movimentos
das correntezas de um rio.
A mim, que poetizo,
urge calmamente
escutar o que me diz o retrato
nas molduras de sua boca.
giuseppe caonetto
Paranavaí, cidade poesia, 11/02/2023
Poema publicado em O livro do amor
Doarte Edições, 2023